Esta garota é participante do festival gótico que está acontecendo hoje em Leipzig, leste da Alemanha, onde mais de 20 mil pessoas são esperadas. Acho alguns tipos bem interessantes. (* AFP)

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Esta garota é participante do festival gótico que está acontecendo hoje em Leipzig, leste da Alemanha, onde mais de 20 mil pessoas são esperadas. Acho alguns tipos bem interessantes. (* AFP)

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◄ Programem-se: Antonio Fernando Borges estará em São Paulo, neste fim de semana. Pleno dia das mães, seu Antonio?
◄ Eu não uso tênis, recuso-me. Desde menina, só era usado para as aulas de educação física e, graças ao atestado médico amigo, sempre fui dispensada. Acho que a mulher parece uma pata choca andando de tênis, vale o mesmo para a rasteirinha. Então, mas mesmo não usando, não posso deixar de elogiar esses modelos da Levi’s, que ficarão lindos em jovens pés. É ou não é?

“A Levi’s pegou os jeans que sobraram das confecções de suas calças e os transformaram em algo novo. Detalhe: só existirão 300 pares no mercado e eles custarão US$ 500,00 (aproximadamente R$ 800).”
* imagem do IG Moda.
◄ Já falei, mas repito: tia Batata conta tudo sobre os episódios de o Aprendiz 5, com o Roberto Justus, na Record. Eu perdi os dois episódios e, mesmo assim, estou por dentro. Ela conta tudinho, nos mínimos detalhes.
◄ Encontrei, muito por acaso, uma receita facílima para o domingo: mousse de chocolate. E vou fazer, claro. Mais alguma idéia?
◄ Blogs de moda. Ah, adoro! É tão bonito de ver. Quero os batons, os cremes, os esmaltes, as roupas, os acessórios, everything. Encantam meus olhos.
◄ Ana Jatobá está no mesmo presídio de Suzane Richthofen. Imagina o tricô:
– Ah, eu não matei, não. Não tive coragem, mandei meu namorado e o irmão dele fazerem o serviço por mim.
– Eu bem que mandei meu marido fazer o serviço, mas ele é muito mole e acabei matando eu mesma. Não agüentava mais esperar. Ele só a jogou pela janela.
E por aí vai. Ana Jatobá foi recepcionada com gritos de “maldita assassina”. Até parece, né? O roto falando do rasgado. Sinceramente, acho que não deveria haver TV em presídio, a não ser que fosse um canal único, exclusivo e educativo. Visita íntima, então, nem pensar. Esse é um dos maiores absurdos da legislação (pensando bem, há muitos outros, mas esse é passado da conta). Visita só uma vez por mês e pela janelinha. Nada de contato físico nem de celulares ou drogas dentro de ânus e vaginas. Uma solitária cada um, bolas de ferro nos pés, muito trabalho, muito estudo, muita oração e salitre. Certamente, os crimes diminuiriam e os presídios seriam mais que um mero depósito de pessoas sem solução.
◄ Audrey Tautou é o novo rosto do Chanel Nº 5. É bela, mas, pra mim, nada a ver com a imagem sexy, elegante, linda e sensual de Nicole Kidman.
◄ Que tanto falam em dossiê? Quem é que está interessado nos gastos do ex-presidente FHC? O PT está, não é? É a velha história de desculpar um erro apontando o do outro. Quero saber o que o Lula faz, não o que o Fernando fez. Porque o que foi feito, bem ou mal, está feito e o que está sendo feito pode ser mudado agora. Pra frente, Brasil!
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Não é segredo que sou fã do Roberto Justus, com ou sem topete. Adoro os ternos, a elegância, a determinação, a autoconfiança, a competência, alguns valores, etc. Sem falar que é bem charmoso, ã? Também não vou negar que meu momento preferido do jogo é ouvi-lo dizer: você está demitido. E gosto quando faz isso sem dó, puto da vida com a marcada do participante. Hoje, às 23h, ou 23h20, ele estará apresentando o segundo programa da série Aprendiz 5, na Record. Perdi o primeiro episódio por puro esquecimento, mas tia Naomi, do Pensamentos de Uma Batata Transgênica, antenada que só, já me informou sobre tudo. E que capricho. Adorei!
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“A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados rejeitou ontem, por 33 votos a zero, um projeto de lei que descriminaliza o aborto e outro que legaliza o procedimento até o 90º dia de gestação.” (Folha de S.Paulo)
Hoje, o aborto é legal somente em casos de estupro ou risco de vida para a mãe. E, pelo andar da carruagem — que há 17 anos tramita pelo congresso –, assim será por muito tempo.
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O ciclone Nargis que passou por Mianmar, no sábado, deixando um estrago aproximado em 100 mil mortes não foi suficiente para amolecer o duro governo militar, que, mesmo diante de tamanha tragédia, ainda não aceitou a ajuda americana para acudir os seus sobreviventes. Leia mais.
O governo se acha dono do país e das pessoas que o habitam. Não pode ajudá-las, mas não permite que ajuda nenhuma venha de fora, mesmo que lhe custe ainda mais vidas. Um regime absurdo. Quer tomar conta do país? Tome mesmo, tem todo direito, mas dê qualidade de vida pra ele. Se está enfrentando uma crise e não tem como saná-la, não sacrifique seu povo em nome de vaidade e poder, abaixe a cabeça, renda-se. Quem não tem competência, não se estabelece. O dito é antigo.
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Diante da teimosia de um explorador, num documentário exibido por esses canais de TV fechada, que buscava arduamente por uma imagem de um tubarão charuto, meu marido vira-se para mim e diz:
– Que homem teimoso! Nunca vi.
– Não? Nossa, vejo sempre. Ele se parece com alguém que conheço.
– Você é teimosa, benzinho? — foi quase uma afirmação.
– Não. Eu fui. Teimoso é você.
E é assim que me sinto hoje: diferente. Não posso fazer as mesmas coisas que fiz antes e nem pensar da mesma forma, porque fiz questão de mudar e consegui.
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A famosa blogueira e jornalista cubana Yoani Sánchez, do blog Generación Y, ganhou o prêmio Ortega e Gasset 2008, na categoria jornalismo digital, mas não recebeu permissão do Estado para recebê-lo, em Madri.
Só para você ter uma idéia, segundo a revista “Time”, Yoani está na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo. Seu blog tem mais de 4 milhões de acessos mensais e, mesmo assim, ela tem de pedir permissão ao Estado para sair, e ele não dá.
Abençoado seja o poder de ir e vir.
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No Finetune, Jamiroquai. Há um lado que se recusa a crescer.
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O tempo é de vacas gordas e todos podem ter acesso, com pequenas prestações, aos seus sonhos de consumo. Hoje a dona Maria tem geladeira, TV, liqüidificador, batedeira, microondas, ventiladores, sanduicheira, torradeira, ferro elétrico, aparelho de som, computador, rádio, telefones celulares e paga “n” prestações por tudo isso. Eletros que, na maioria das vezes, não usa, não só por falta de instrução, mas por não ter condições de pagar a conta de luz. Um acúmulo de bens inúteis.
Agora, véspera de dia das mães — quem comemora é o comércio –, tem muito papai querendo presentear a ‘espousa’ ou algum filhinho querendo presentear a mamãe com um computador. Para facilitar, encontrei algumas dicas de como comprar o computador certo para cada tipo de usuário. Leia e faça sua mamãe feliz.
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Segunda-feira de céu azul, com nuvens rajadas, formando desenhos interessantes. Un spettacolo numa manhã de ar gelado. Brrrrr…
Preciso de um help. Depois que atualizei o Windows, deu problema no Windows Live Messenger. Ontem solucionei colocando um determinado comando no prompt, mas, depois de reiniciar a máquina, o problema voltou. Há uma forma definitiva de resolver? Antecipadamente, agradeço.
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O que é? Ela realmente existe? Será que estudam essas coisas porque eu quero saber, e fazerem, portanto, parte da minha realidade? Sempre me pergunto: será que estou vivendo a realidade ou é tudo fruto da minha imaginação? Leiam esse texto: A realidade realmente existe?, pela Agência EFE.
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Algumas coisas para você escolher no Osho resort: Osho Multiversidade
O Programa Diário de Meditação
Trabalho como Meditação
Ou apenas desfrute fazer absolutamente nada
Quanta culpa uma pessoa tem por não fazer nada, não é mesmo? Tanta gente no mundo que precisa de você e do que você tem a oferecer. Com o passar do tempo, mais e mais posturas lhe são cobradas. E você vicia em fazer coisas que nem tem prazer de fazer, mas que se acha na obrigação de fazer. Além de ser muito chato, é uma grande bobagem. Todo mundo faz alguma coisa, mesmo quando não quer ou pensa que não está fazendo. O movimento é contínuo. Todos estão fazendo alguma coisa em algum nível, em alguma dimensão de si mesmo e do universo, conscientemente ou não. É um fato.
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“Os pesquisadores do Elat (Grupo de Eletricidade Atmosférica) pesquisaram a ocorrência dos super-raios no Sudeste do País.
A corrente elétrica de um super-raio varia entre 300 mil e 500 mil ampéres - um raio normal tem, em média, 40 mil ampéres.”
Cuidado! Hoje estou dando choque.
* Terra (fotos).
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Descobriram a causa:
Update: Não vou deletar este post. A imagem “desaparecida” era de três antenas gigantes brincando de pular corda. Sorry, leitores.
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Update: Não vou deletar, mas a imagem era de dois “Aedes” comentando sobre um terceiro que havia acabado de picar o ginasta Diego Hipólito e fazia acrobacias.
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Revestimento antiaderente - não deixa grudar nada! Economize tempo! (… o nome do Grill) grelha os dois lados dos alimentos ao mesmo tempo!
Propaganda enganosa. Eu demorei a me render a esse grill, porque esse não é o tipo de coisa que a gente compre para dar na mão da doméstica, que, normalmente, nem gosta desse tipo de eletrodoméstico. Meu marido estava achando que aproveitaria muito se levasse um desses para o campo. Rá! Comprei e resolvi experimentar em casa. A carne fica sequinha, ou melhor, se não tiver sido deixada marinando, fica sequíssima, praticamente incomível. Marinada fica legal. Mas essa história de que não gruda é conversa. Tanto gruda que já vem até com espátula própria para a limpeza, e haja limpeza, meu chapa. Entre toalhas de papel, raspagem e bucha macia com água quente, a limpeza demorou cerca de 10 minutos ou mais. Uma frigideira de teflon deve ser mais barata e fazer menos sujeira, mas, com certeza, não menos fumaça.
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O garoto sorridente, um astro adolescente da global “Malhação”, tem motivo (?) para ficar sorrindo: já ficou com 13 garotas numa noite.
Como diz BT: Je-sus!
Isso não é coisa da idade da pedra lascada?
Mas isso só aconteceu quando ele tinha 15 anos, agora, com 19 anos, está mais maduro.
* Imagem UOL.
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Eu sou do tempo que o único carro rosa que existia era o da Penépole Charmosa, do desenho “Corrida Maluca”.
Hoje, ao que parece, não só as meninas adoram a cor, tão presente em roupas e brinquedos infantis, mas também tornou-se a queridinha dos gays, a ponto de uma companhia aérea da Nova Zelândia lançar o Pink Flight, um avião só para atender ao público gay. O primeiro vôo foi em fevereiro, saído de São Francisco, considerada a capital mundial dos gays, com destino a Sidney, que à época apresentava uma grande parada do orgulho gay.
Haja rosa!
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Se eu soubesse desenhar — e é uma pena que eu não saiba –, faria a imagem do ‘Coliseu’ brasileiro (de tijolo baiano), lotado, destacando cenas típicas humanas e brasileiras, com os Nardoni e Jatobá com dinheiro saindo dos bolsos, ao centro, diante dos leões, os soldados incitando ainda mais a massa sedenta de sangue e ‘justiça’, e os poderosos, de camarote, comandando o show ao seu bel-prazer, com um simples gesto (conforme o Ibope?). Coisa mais antiga. Pfff. Não é à toa que a Terra treme. De nervo!
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Oração a São Jorge
Eu andarei vestido e armado com as armas
de São Jorge para que meus inimigos
tendo pés não me alcancem;
tendo mãos não me peguem;
tendo olhos não me vejam
e nem em pensamentos possam me
fazer mal.
Armas de fogo o meu corpo não
alcançarão, facas e lanças se quebrem
sem o meu corpo tocar,
cordas e correntes se arrebentem
sem o meu corpo amarrar.
Jesus Cristo me proteja e me defenda
com o poder de sua santa e divina graça,
Virgem de Nazaré me cubra com o seu
manto sagrado e divino, protegendo-me
em todas as minhas dores e aflições,
e Deus com sua Divina Misericórdia e
grande poder seja meu defensor
contra as maldades e perseguições
dos meus inimigos.
Glorioso São Jorge, em nome de
Deus, estenda-me o seu escudo e as
suas poderosas armas, defendendo-me
com a sua força e com a sua grandeza,
e que debaixo das patas de seu fiel
ginete meus inimigos fiquem humildes
e submissos a vós.
Assim seja com o poder de Deus,
de Jesus e da falange do Divino
Espírito Santo.
* Este é um quadro, de 1606, que fica no Museu Nacional de Madri. A imagem, de Peter Paul Rubens, foi retirada de uma matéria, de 2006, da BBC.
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Eu assisti a algumas poucas entrevistas com o pai do Alexandre Nardoni, um advogado bem-sucedido, que se comunica com bastante desenvoltura, o que me chamou a atenção, porque num momento desses seria muito natural perder-se no raciocínio. Sua filha, irmã de Alexandre, também se expressa muito bem. Tive oportunidade de assisti-la e sua eloqüência é admirável, ainda mais por ser tão jovem. E depois, através do Fantástico, assisti ao próprio Alexandre. Quase caí pra trás. Se esse rapaz for realmente formado em direito, podem fechar a instituição de ensino que emitiu esse diploma djá! Aliás, podem pegar o currículo dele e fechar todas as outras escolas que permitiram que ele chegasse a uma faculdade.
Vocês têm idéia do trabalho e da preocupação que esse moleque dá ao pai? Ontem ficou ainda mais claro. O pai deu-lhe tudo: diplomas, carros, casa, mulher, filhos. Agora, naturalmente, tentará comprar sua liberdade. Esse pai tentará sempre, porque, embora deva ter tido muita vontade, não teve coragem de jogar o filho ainda menino pela janela.
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Update: Aqui vai a notícia, surpreendentemente veiculada pelo Jornal O Globo Online.
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Pleno domingão, surgiu um comentário de uma pessoa desconhecida, aparentemente sem blog, a Nery, desesperada, e desabafou com a Palpi.
Não sou a pessoa mais indicada a dar conselhos sentimentais, embora minhas idéias sobre relacionamento tenham melhorado muito com o passar dos anos, mas palpite é palpite, sabe como é, todo mundo pode dar.
Vamos ao comentário da Nery, que confundiu a Palpi com o Gaiarsa.
olá eu queria te fazer uma pergunta.
o meu marido tem uma banda e ao domingo k é o único dia que posso tar com ele pk trabalho de segunda a sábado ele vai ensaiar e não passa tempo nenhum comigo, o k fazias no meu lugar? para além disto kd tem concertos eu não posso ir por causa da minha filha k tem um mês e meio e tenho k ficar com ela ele não me liga nenhuma eu mando-lhe msgs e ele não responde o k faço? estou farta desta situação. ajuda-me
From O Blog, 2008/04/19 at 9:33 PM
Palpi acha que você deve procurar um profissional e não uma palpiteira, mas palpiteira é palpiteira e palpita:
Nery, há muitas possibilidades. Se ele for um marido mala, e se tem uma banda deve ser — cara que tem banda, normalmente, é mala, porque está sempre cantarolando, balançando a cabeça, fechando os olhos, colocando os cabelos atrás da orelha ou fazendo rabos-de-cavalo imaginário, batucando ou tocando algum instrumento, menos aquele que você quer, então, se ele for assim, dê graças a Deus pelo dia de folga que ele lhe dá.
Se ele for de uma banda superstar, maravilha! Porque mesmo que cantarole pela vida e só fique arrumando as madeixas, lhe dá paz, dinheiro, sossego e, até, espaço para que você encontre uma pessoa que goste de você. Ele está correndo o risco de chegar em casa e encontrar um bilhete: “Fui”. E algo me diz que ele pode até gostar.
Se ele for de uma banda chumbrega, vida difícil, você rala, lava, passa, cozinha, paga a maioria das contas, amamenta e vai ter que educar as crianças sozinha…
Falando nisso: Se seu bebê tem um mês e meio, por que você trabalha de segunda a sábado? Toda mãe tem direito à licença maternidade. E por que optou por ter filhos se tem uma vida tão atribulada e instável com o músico? Eu sou muito favorável ao planejamento familiar. Filho é responsabilidade.
…mas se for esse o caso, reavalie a situação. Pare e pense no que realmente quer para sua vida e para a vida do seu filho — que merece e necessita de uma vida boa, saudável, estável –, reze, leia ou medite bastante, porque daí vem sempre uma iluminação, encontre um tempo para conversar com seu “parceiro” e siga adiante, mas de forma responsável. Agora tem um bebê.
Também pode não ser nada disso. Ele pode ser um pai muito responsável, mas como você acabou de parir, e é uma experiência diferente e estressante de tudo o que já viveu antes, está colocando chifres em cabeça de cavalo. Ele é músico, não um assalariado, tem de ganhar a vida para sustentar o bebê — suponho, feito de comum acordo –, e precisa ensaiar aos domingos, gostando ou não. Que eu saiba, músicos ensaiam durante o dia e tocam à noite. Você não pesquisou os contras da profissão? Nossa, isso é como abrir uma empresa sem conhecer o mercado.
Blogar é isso.
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Fui convidada a responder algumas questões sobre o que fazer antes da minha morte. Ah, esses memes! Mas sou um ser eterno. Não há fim. E quando descobri que não havia, muita coisa mudou dentro de mim. A princípio tive um medo profundo. Imagine o terror que é para alguém que tem vontade de morrer algumas vezes, saber que não encontrará o fim, porque não existe. O sonho do homem, o maior dele, é o fim. E só há recomeços. E podem ser sempre tão bons, se quisermos, que já me acostumei à eternidade. E as “oito ou oitenta” coisas que eu quero hoje e em todas as vidas é estar bem comigo mesma, fazendo-me feliz todos os dias, porque essa é a melhor forma de estar no mundo. Viva a vida! E de preferência, em Milão, Sam. ![]()
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O mp3 chegou para ele, que não sabe nem lidar com controle de TV. Era muito mais feliz com seu walkman (que já foi um custo para ensinar), mas acabou rendendo-se à modernidade, para não sentir-se velho.
Você acha que existe necessidade de aderir ao novo para não sentir-se tão excluído dos assuntos atuais, pelo menos, tecnologicamente falando?
Bom, de qualquer forma, ele estava eufórico.
– Puxa, que legal. Será que vou me adaptar? É tão pequeno. Tem certeza que cabe tudo isso de música aí dentro?
– Cabe, sim. Já gravei uns cinco cds pra você, rapidinho.
– Nossa! Estou impressionado. Vou usá-lo na minha caminhada de hoje.
– Precisa travar. Você travou direitinho?
– Ah, não precisa. Não vou travar nada.
– Mas eu ouvi o rapaz ensinando que tem de travar.
– Tem nada. Eu não ouvi isso e nem sei onde trava.
E lá vai ele para a esteira com sua teimosia. Nem quinze minutos depois, volta esbravejando:
– Isso aqui não dá certo, é uma porcaria! — disse mal-humorado. — Começou a aumentar o volume sozinho. Como é que abaixa agora?
– Não sei. Eu disse que tinha de travar para que isso não acontecesse.
– Ele falou que tinha que apertar aqui… Não! Acho que aqui… Veja para mim, estou sem os óculos.
– Ah, eu também estou (velhos e cegos que estamos!), não sei mexer nisso e nem estou a fim de aprender agora. Espere, deixa eu ver… — é a curiosidade feminina falando mais alto — ah, acho que é aqui, e apertei sei lá qual botão.
– Ei, assim você me deixa surdo! Você quer me deixar surdo?
Pensei em algo que eu queria, e não era deixá-lo surdo, portanto, desviei o pensamento o mais rápido que pude daquela idéia macabra, ainda mais por estar na cozinha (imagine a música de “Psicose” como trilha sonora).
– Olha, eu não sei mexer. Você aprendeu a desligar, pelo menos?
Off. E não se fala mais nisso até a próxima caminhada.
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◄ Sobre o aumento da verba de gabinete dos deputados, deixo o artigo da Eliane Cantanhêde, Folha de SP.
◄ Sobre amor e poesia, deixo as Estações do Amor, de Pablo Neruda, que li no Cotidiano:
Quero apenas cinco coisas… Primeiro é o amor sem fim… A segunda é ver o outono… A terceira é o grave inverno… Em quarto lugar o verão… A quinta coisa são teus olhos… Não quero dormir sem teus olhos. Não quero ser… Sem que me olhes. Abro mão da primavera para que continues me olhando.
Curiosamente, hoje é quinta-feira e é dia de Neruda na casa da Milady.
◄ Voltando para a política: não agüentei o interesse de políticos pela fotomontagem ao lado de Lula. Mentira pouca é bobagem.
◄ E saber que agora, somente agora, o uso de celular em sala de aula está proibido no ensino púbico, pelo menos, nas escolas do Rio de Janeiro. Levei um choque. Não foi sempre proibido? Como é que um professor consegue ensinar alguma coisa quando alunos estão se distraindo enviando torpedos ou falando ao celular durante a aula se sem esses aparatos já é tão complicado? O sistema de ensino precisa de uma mudança imediata.
◄ Soube que as novelas — attention, please: somente as globais, hohoho! — diminuem o índice de fertilidade das brasileiras. Eu morro e não vejo tudo. Que pena!
◄ Voltei correndo para dar uma dica: expatriados. Muito bom!
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Uma ex-atriz americana chamada Tricia Walsh-Smith (nunca ouvi falar) vingou-se do ex-marido contando particularidades da vida (não)sexual do casal e otras cositas más num vídeo posteriormente colocado no Youtube. Já está com quase 300 mil acessos. Pheena. Não é à toa que ele não a desejava.
Ainda bem que na enquete que segue a matéria, há o bom senso dos leitores. Isso é tão animador.
Update: O assunto ainda está dando pano pra manga no The New YorK Times. Gente louca, my God!
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Hoje fui parar num texto sobre o sistema Malthusiano de casamento. Caramba! Caí num resumo sobre um livro de Alan Macfarlane, um historiador e antropólogo inglês, de quem nunca tinha ouvido falar. E foi engraçado, pois foi tão 100querer e tem a ver com coisas que eu penso parecido, e nem procurei, como “Casamento implica mais despesas e responsabilidades. É evidente o conflito entre o desejo de casar e a percepção racional dos riscos. Malthus acreditava que os indivíduos deveriam estar física e economicamente maduros para o casamento. Condenava o casamento antes da independência econômica.”. Ele disse muitas coisas já no séc. XVIII com as quais concordo. Mas se dois séculos se passaram e a coisa ainda não entrou nos eixos, esqueça! A moda do casamento malthusiano não vai pegar onde precisa pegar. Never.
Veja quantos links num único post. Eu gosto disso, porque a pessoa tem a liberdade de escolher se quer conhecer a fonte da informação ou não. E o legal, pra mim, é que essa fonte pode levar a caminhos diversos. Eu adoro me deixar levar pelos mares cibernéticos.
Zeca Pagodinho - Deixa a vida me levar
(Coloquei a música para quem gosta porque é dela que o título vem, mas aviso claramente: não gosto de pagode, de funk, de samba e afins.)
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Quase caí pra trás ao ver a imagem do lixo se espalhando por Nápoles. Dio mio! Faz com que acreditemos que ter coleta de lixo é um luxo. Já imaginou o desespero das pessoas ao ver essa sujeira se acumulando em volta de suas casas? O medo que devem estar sentindo, a sensação de abandono, de impotência, o mau cheiro. E estão assim desde dezembro. Como podem? Não é um horror? Eu já fico pasma do lixeiro não passar mais aqui todo dia. Por que parou? Que retrocesso. Lixeiro tem que passar todos os dias em todos os bairros. É assim que se mantém uma cidade menos suja. Isso também evita a dengue e muitas outras doenças.
Ah, o poder! A quem serve nas mãos dos incompetentes?
Hoje também mostraram lixo espacial orbitando a Terra.
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“Folha Online - Foi publicado que dentre as misses deste ano, você é a que mais fez intervenções cirúrgicas. Quantas plásticas você já fez?
Anderle - Eu fiz duas, a prótese nos seios, coloquei 250 ml [de silicone] em cada, e uma correção no nariz. Só.
Folha Online - Você leu “O Pequeno Príncipe” quando era criança?
Anderle - Não. Foi depois de vencer o Miss Rio Grande do Sul. Eu li para que pudesse desempenhar bem o meu papel e dar o melhor de mim.”
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Encontrei no the best blog, “Desculpe a Poeira“, e como estou esperando meu robomaid carregar, resolvi dar uma descontraída ‘warholizando’ também.
Esse robô foi dica do amigo Reinaldo, do blog “Fudido e Meio”, que já parou há muito tempo. Mas ô dica boa, Rei! Tá valendo.
Já imaginou que maravilha seria para a dona de casa poder informatizar todo o serviço doméstico e se livrar do humano, fato que já acontece e ainda acontecerá com muitos setores da indústria? Não é à toa que a vida dos Jetsons sempre foi meu maior sonho de consumo.
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Cultura do Iêmen. Estamos no século XXI, mas as iemenitas da zona rural ainda são obrigadas a se casar muito cedo — dos 7 aos 10 anos –, e com homens muito mais velhos. Pedófilos naturais, né? São negociadas pelo próprio pai. Ô família! Uma delas, de apenas 8 anos, conseguiu escapar do marido de 30 e foi até um tribunal pedir socorro e o divórcio, alegando ser maltratada, agredida e abusada sexualmente pelo marido. Como um homem tem coragem de fazer isso com uma criança? E não há quem a proteja, só mesmo Alá, pois pelas bandas da Arábia Saudita não há lei que proíba casamentos com crianças menores de 18 anos. Durma com um barulho desses!
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Hoje acordei decidida a ter um dia feliz, deliberadamente. Mentalizei uma série de situações legais, fiz agradecimentos, entre outros rituais. Eis que, hora vai hora vem, e nada da doméstica chegar. Lembrei da Carula na hora, por causa do comentário no post faxinoterapia. Minha pia estava repleta de louça esperando por um bom esfregão. Pensei estar fazendo um bem à doméstica, colocando-a para meditar por mais tempo. PQP! Sobrou para eu ‘meditar’ as questões da vida sobre a louça. Tsc. Preciso aprender a criar melhor e mais conscientemente. Não é possível! Bom, mas já que sou eu que tenho que pegar no batente, será do meu jeito, bem de leve, porque me prometi um dia feliz. Não vou deixar que a doméstica o estrague porque resolveu acordar doente. Então, coloquei grande parte da louça no lava-louças — graças a Deus eu tenho uma –, me arrumei, me maquiei e saí para comprar um avental reforçado e só pra mim. O resto do material para dias emergenciais já tenho.
Falei para o meu filho chamar o amiguinho que foi para os USA limpar banheiros e arrumar camas de vinte quartos por dia. Ele riu, mas não arrumou a própria cama e de medo que eu pedisse para me ajudar a fazer alguma coisa — além de colocar a própria roupa suja no cesto –, foi correndo para o escritório do pai. hahaha. Eu acho graça. Não devia? Ah, mas ele é meu filho. Se eu puder evitar que faça serviços domésticos, o farei. Serviços domésticos não são para homens nem para mulheres. Robôs, socorram-nos, pelo amor de Deus! Alguém aí invente alguma coisa mais eficiente, as mulheres sofrem muito arrumando seus lares. Todos os dias, eu sofreria. Tenho uma amiga que está nos USA, casada com um americano; e ela, madame aqui, agora lava, passa, arruma, limpa e o escambau. Não sei como consegue. Isso não é amor, é precisão, só pode. Eu largava o marido. Não sei se consigo amar e fazer tantos outros serviços ao mesmo tempo. ![]()
Chega de papo. De avental e luvas, darei uma ‘meditada’ sobre a louça que não pode ser colocada na máquina — que saco isso, hein? Difícil inventar algo MUITO fácil de limpar uma casa ou, quem sabe, produtos que não sujem?
E, agora, chove lá fora. É bom, assim limpa o meu quintal.
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Quem é que gosta de velório? Só mesmo o dono da funerária e o comércio que o envolve. Eu já havia estado naquele velório uma outra vez, mas não acompanhei o féretro e acabei não conhecendo o cemitério, da Saudade. É assim que se chama. Cemitério da Saudade. Quem é que gosta de ir a cemitério? Acho que só aquele costureiro famoso que rouba vasos. Ai! Resolveram ver o túmulo do “vovô”. Bom, entre lá e cá, vamos lá.
O cemitério é bonitinho, embora eu não saiba descrever com detalhes. O piso é antigo — péssimo para salto fino –, um mosaico de pedras com alguns desenhos de estrelas em outro tom, talvez de cinco pontas, entre outros detalhes. Não prestei muita atenção a isso, porque falavam muito ao meu lado e eu ainda queria apreciar os túmulos e suas estátuas enormes. Anjos brancos, com ou sem asas, pareciam nos observar; alguns modernos demais para o meu gosto, mas nem por isso menos atraentes. O caminho é agradável, há muitas flores, árvores, mas com um clima totalmente diferente do da minha cidade e de outras que já estive. Havia muitos gatos, de todas as cores e tamanhos. Uns nos olhavam, outros se escondiam, outros pareciam estátuas, outros nos encaravam, outros nem nos viam. Muitos gatos. Pouca gente. Enquanto eles reparavam nos nomes, porque conheciam muitas pessoas daquela cidade, eu prestava atenção à decoração dos túmulos. Uns eram realmente diferentes do que eu já havia visto — e eu nem vejo tanto túmulo assim.
Estávamos quase saindo, quando algo me chama a atenção. Ei, olhem aquele ali, parece haver uma estátua enorme virada para o outro lado e tem até um jardim à sua volta. Deve ser de alguém importante. E era. Ninguém mais ninguém menos que Prudente de Moraes, o terceiro presidente do Brasil, primeiro civil a ocupar o cargo no ano de ‘1800 e batatinha’. A estátua enorme que, de costas, parecia estar dentro de uma gruta era uma cruz. Logo à frente e mais abaixo, seu busto. Eu ali, ao lado de dois barõezinhos do café, diante do túmulo de um dos maiores representantes da oligarquia cafeeira de São Paulo, de quem eu mal me lembrava da história.
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Assistiu “Mata-me de Prazer”, com o Joseph Fiennes? E nem me falou nada? Por acaso, ontem, coloquei na Globo, pois confesso, sem a menor vergonha, de que a Globo passou a ser um canal que só assisto em última opção. Não foi estranho vê-los fazendo uma propaganda como a da Record, mostrando a equipe ‘puxando a sardinha’. Nada como a concorrência para fazer o povo trabalhar. Eu adoro isso. Adoro. Esse pessoal que está por trás da Record — e o Justus deve estar metido nisso — está de parabéns! Não que ela esteja com programas excelentes e sua produção seja melhor, porque ainda não é — a começar pelos figurinos femininos. Mas está caminhando pra isso. E agora é que a briga fica boa e quem tem uma grande chance de sair ganhando somos nós.
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Eu adoro o canto dos pássaros. Não dos que estão presos, coitados; embora eu não saiba — pelo menos, não ainda — diferenciar o canto de um pássaro preso para o de um pássaro livre. Mas aqui em casa recebo a visita de muitos pássaros. Eles estão sempre ao redor, normalmente em pares — o que acho ainda mais bonitinho, por imaginá-los namorando –, cantando e voando pra lá e pra cá. A mim simbolizam alegria e liberdade.
POEMINHO DO CONTRA
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!
Mario Quintana
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Eu não posso acreditar. Não posso e não acredito mesmo. A revista científica British Journal of Sports Medicine publicou um estudo da University College, em Londres, indicando 20 minutos seguidos de faxina como redutor de estresse.
Será que essas publicações existem mesmo? Há pesquisas tão estranhas que chego a duvidar que alguém estude determinados fenômenos. Muito esquisito. Estresso só de pronunciar a palavra faxina.
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Não resisti. Peguei no Minha Língua.
Olha, o senhor Fernandes que me desculpe, mas não resisti mesmo. Sei que pode pegar muito mal cometer um “roubo” logo na primeira visita, mas foi necessário. Sorry. De vez em quando acontece.
Jôka e Alziro, venham cá, meninos amigos amados! Encontrei este anúncio com mais alguns nomes estranhos. “Pão na chapa”?! “Café com leite”?! Isso é que é mulher de vida dura. Só serviços com nomes de comidinha simples. Ah, não! Essas mulheres precisam vender pratos com ingredietens mais sofisticados, tipo: “salmão na grelha”, “caviar na torrada” e, de preferência, em francês. Cardápio pheeno.
Saquem o anúncio abaixo: “ouro sem frescura?”. Alguém aí sabe a tradução dessas loucuras todas, por favor?
Ah, não percam o de cima: Bia Boca Louca e + 10 amigas liberais. Quase um “compre uma e leve 11″.
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Eu já contei que o wordpress fez algumas modificações em suas funcionalidades de uma hora para outra. Mas contei que, finalmente, consertou o problema que eu estava tendo com os feeds? E que foi super-atencioso comigo, enviando-me um e-mail para saber se estava tudo ok? Amei isso! Só não gostei de saber que os brasileiros estão correndo o risco de ficar sem o serviço. Há uma notícia de ontem, no G1 — dá pra confiar? –, contando que o acesso aos blogs do wordpress no Brasil pode ser bloqueado por causa de um problema com um determinado blog. Isso é o que eu chamo de inocentes pagando por um pecador.
Segundo a Associação Brasileira de Provedores de Internet (ABRANET) — é pra ter medo? –, para que a decisão judicial seja cumprida todos os blogs terão de ser bloqueados. E no Brasil há um milhão de blogs hospedados no wordpress, incluindo o meu. Que importância tem isso? Pra você, talvez, nenhuma, mas aqui é o meu playground, oras.
Faz sentido que um milhão de blogs, UM MILHÂO, paguem por um, UM, que saiu da linha? Como pode um sistema não ter como bloquear o acesso a um único blog? Discutam novas regras. Encontrem uma solução decente, por favor.
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Estreou em outubro, nos Estados Unidos, e amanhã, no Brasil, pela Warner, às 20h. Comparada a outras produções, até que não demorou muito.
O dono-da-casa já avisou que “nem pensar” se for na mesma hora do jogo do São Paulo. Preciso de um ponto adicional ou de um marido que faça as minhas vontades. hohoho
Nem sei se vou gostar desse tipo de filme, embora eu tenha achado o drama interessante. Ned é um sujeito que tem o poder de ressuscitar os mortos com um simples toque. Já pensou? Mas há um detalhe importante: depois de ressuscitada, a pessoa não poderá mais ser tocada por ele, sob o risco de morrer para sempre. Quem você ressuscitaria se tivesse esse poder? Ele, logo no primeiro capítulo, ressuscitou seu amor. E a história, óbvio, será sobre esse amor platônico. Como não poderão se tocar em hipótese alguma, embora sejam apaixonados, terão de usar muita criatividade para uma aproximação.
Ô tentação! Eu morreria? Mataria? Simplesmente viveria?
Bryan Fuller, criador da série, quis contar um romance sem sexo, por acreditar que as relações físicas podem atrapalhar a intimidade.
Será?
Update: Assisti e achei gracinha. Só gracinha, por enquanto. Talvez eu me lembre de assistir quinta que vem.
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Você assina? Então sabe que, embora não seja grande coisa e você pague (caro) para assistir a infindáveis propagandas e programas repetidos, repetidos, repetidos por anos a fio — o que já me parece absurdo –, ainda é muito superior aos canais de TV aberta. Agora imagine como ficaria pior se o Projeto de Lei 29/07 fosse aprovado. Ah, você não sabe do que se trata? Vou resumir: ao invés do Congresso acabar com a corrupção, a fome, a violência, a insegurança e trazer saúde, educação e cultura ao seu povo, fizeram um projeto — quem terá sido o “gênio”? — para restringir o acesso ao que vamos assistir. Se aprovado, ficará assim: você paga pela assinatura, e ainda mais caro do que já paga, e ele, o governo, escolhe o que você vai assistir e em que horário.
Como é mesmo o nome dado a ações desse tipo?
Ligue: 0800-619619 e diga que é a favor da liberdade na TV.
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A História de Chapeuzinho Vermelho (na Imprensa)
*JORNAL NACIONAL*:
(William Bonner): ‘Boa noite. Uma menina chegou a ser devorada por um lobo na noite de ontem…’.
(Fátima Bernardes): ‘… Mas a atuação de um caçador evitou uma tragédia’.
*FANTÁSTICO* :
(Glória Maria): ‘… Que gracinha, gente. Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é mesmo?’
*CIDADE ALERTA*(Datena):
‘… Onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades? Cadê as autoridades?! A menina ia para a casa da avozinha a pé! Não tem transporte público! Não tem transporte público! E foi devorada viva… Um lobo, um lobo safado. Põe na tela!! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de lobo, não.’
*REVISTA VEJA*:
‘Lula sabia das intenções do lobo’.
*REVISTA CLÁUDIA*:
‘Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho’.
*REVISTA NOVA*: ‘
Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama’.
*REVISTA MARIE-CLAIRE*:
‘Na cama com o lobo e a vovó’.
*FOLHA DE S. PAULO*:
Legenda da foto: ‘Chapeuzinho, à direita, aperta a mão
de seu salvador’. Na matéria, box com um zoólogo explicando os hábitos alimentares dos lobos e um imenso infográfico mostrando como Chapeuzinho foi devorada e depois salva pelo lenhador.
*O ESTADO DE S. PAULO*:
‘Lobo que devorou Chapeuzinho seria filiado ao PT.’
*ZERO HORA*:
‘Avó de Chapeuzinho nasceu no RS’.
*AQUI*:
‘Sangue e tragédia na casa da vovó’.
*REVISTA CARAS *:
(Ensaio fotográfico com Chapeuzinho na semana seguinte, Na banheira de hidromassagem) :
Chapeuzinho fala a CARAS: ‘Até ser devorada, eu não dava valor para muitas coisas da vida. Hoje sou outra pessoa’.
*PLAYBOY*:
(Ensaio fotográfico no mês seguinte) : ‘ Veja o que só o lobo viu’.
*REVISTA ISTO É*:
‘Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.’
*G MAGAZINE* (Ensaio fotográfico com lenhador):
‘Lenhador mostra o machado’
(Autor desconhecido)
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◄ Ontem, através do agradável Conexão Paris, que visito todas as manhãs, conheci o Expatriados, um blog que conta as mais variadas experiências de adaptação às novas culturas. Por ora, só li a entrevista com a Maria Lina, mas é interessante ler histórias de pessoas que estão vivendo longe de seus costumes e, principalmente, as dicas de como se adaptar melhor. Quem vai a outro país quer saber como as coisas funcionam. Bom, eu quero. Dependendo do que for dito, a gente nem perde a viagem.
◄ Frankamente! Jura que você nunca foi lá? Não sabe o que está perdendo. Essa mulher é muito divertida. Ela está famosa, famosíssima. Além dos muitos artigos publicados em revistas conceituadas, foi convidada a dar entrevista na Rádio USP para falar de blogs. Não me lembro da data ao certo, mas vá lá conferir e, de quebra, participe da brincadeira que ela está propondo, gravando uma mensagem que irá ao ar no dia do programa.
◄ Vá também ao blog do charmoso Álvaro Garnero, apresentador do 50 por 1, programa que nos mostra lugares lindíssimos do mundo todo, exibidos aos finais de semana pela Record e Record News, e que está com uma promoção que promete levar o vencedor a Lisboa. Quero ir. Concorra, vença e me leve de acompanhante. ![]()
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De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
Leu numa boa, né? Impressionante.
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Poligamia. Olha o nome: Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo dos Últimos Dias. Não é assustador? Mais ainda é saber que tem mais de 10 mil seguidores; estão espalhados pelo Estado do Texas, nos Estados Unidos. Ainda bem que estão longe, mas se a moda pega, ai, ai, ai.
Só para você ter uma vaga idéia do que acontece nessa igreja que leva o nome de Jesus Cristo no título: o dono do rancho onde vivem duzentos integrantes da comunidade está preso desde o ano passado acusado de cúmplice de estupro, de obrigar meninas menores de 15 anos a casar com senhores de 50, incentivar relações incestuosas, entre outras transgressões.
“Os integrantes da seita acreditam que o homem precisa casar com pelo menos três mulheres para subir ao céu.” Essa não é ótima? Como tem gente criativa, não é mesmo? O palhaço não deve nem dar conta de uma, mas precisa de três. Diga aí: quem é que vai querer a companhia de um tipo desses no céu? Jesus Cristo é que não.
“As mulheres, por sua vez, são ensinadas que seu caminho para o céu é a subserviência ao marido.” Qua-quará-qua-qua. Mas é muita cara-de-pau! Perpétua é pouco para esse homem, ou homens com essa mentalidade.
Caso Isabella. Ainda estou chocada com o que foi dito até agora sobre o caso da menina de 5 anos que foi jogada, supostamente, pelo pai, do Edifício London, em São Paulo. Pelo que assisti no Fantástico e no Domingo Espetacular, não há como não ter sido o pai ou a madrasta. A criança só esteve longe deles por dez minutos — e há quem diga que não houve nem esse tempo, pois os viram todos juntos no elevador. Segundo os médicos legistas, a menina foi espancada e asfixiada. Quem a espancaria em dez minutos? Nenhum vizinho ouviria os gritos da criança? Se bem que ouviram uma criança gritando: “Pára, pai!” Mas ninguém tem certeza de nada. Tudo muito estranho. Agora surgiu um pedreiro na história, que é o dono das roupas encontradas no apartamento da irmã, que ninguém sabe se estão ou não sujas de sangue. Não vejo a hora da resolução desse caso e da devida punição ao criminoso, ou criminosos.
Incesto consentido. Um caso de incesto chocante na Austrália. Pai e filha, que nunca tiveram contato próximo devido a uma separação, se reencontraram depois de muitos anos, se apaixonaram e ainda tiveram uma filha. Não foi como aquele casal inglês que não sabia que era irmão por ter sido separado ao nascimento.
Pensando bem, o título poderia ser: aberrações da natureza.
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O nome dela é Amelia Goyre, conhecida em Cuba como La Milagrosa. Ela é protetora das gestações.
Soube disso ao retribuir uma visita, e não pude deixar de pensar nas minhas amigas; uma em especial. Pensei em enviar-lhe foto e texto, na tentativa de fortalecê-la com a história. Depois, achei melhor não. Vai que ela já não quer pensar mais no assunto. Como presumo que ainda queira muito um filho, eu mesma pedi a La Milagrosa que a abençôe, se esse ainda for seu desejo; ela nem precisa ficar sabendo. O que importa é a energia enviada.
Trouxe a imagem pra cá, porque achei forte, diferente de tudo o que já vi — embora eu não seja uma expert em túmulos ou estátuas. Veja como Amelia segura na cruz com coragem, confiança e, até, um certo orgulho. Ela parece vencedora, guerreira. Gostei.
Ainda falando em visita, quero apontar o Minha pele é melhor que a sua, com dicas muito úteis de uma dermatologista. Conheci através da Anny.
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A pequena nota me chamou a atenção: “Pesquisa diz que marido em casa dá mais trabalho.”
E o fato, segundo o blog de Lola Felix, do Estadão, foi comprovado por uma dessas universidades que estudam de A a Z, como se, nesse caso, fosse necessário.
O ditado é bem antigo: “quem pensa não casa, quem casa não pensa”.
E sabe que eu acho que não pensa mesmo? O que estimula uma mulher que trabalha 8 horas por dia a casar-se e passar a trabalhar mais 7 horas sem remuneração, muitas vezes, até, sem ganhar um “obrigado”? Depois do casamento, as pessoas mostram outras facetas e os agradecimentos e elogios passam a ficar mais esparsos e escassos (se é que algum dia existiram); talvez, por falta de tempo.
Casam por amor? E o amor resiste a tanto trabalho e responsabilidade? E o tesão, então? Ainda sobra tesão depois de tanto pegar no pesado?
Brincar de dona de casa é uma coisa, ser é muito diferente. Fazer uma receitinha ou outra, dessas fáceis, para agradar o “benzinho” e deixar a bagunça para a doméstica lavar e arrumar, tudo bem, mas pegar no pesado, todo dia, cozinhar de verdade e deixar a mão ficar toda manchada de pingos de gordura quente, unhas e mãos carcomidas pelos produtos químicos da louça, da roupa, dos desinfetantes… já pensou? Haja amor! E conheço mulheres (entre dez há mais de cinco — é bastante, hein?) que não só trabalham dentro e fora de casa como ainda sustentam seus maridos que não fazem, absolutamente, nada além de mandar, aprontar por aí e reclamar. E elas estão ali firmes e fortes, só duvido um pouco do terceiro “f”, o de felizes, mas isso é pessoal. A felicidade pode estar em todos os lugares, até onde a gente não vê.
O casamento pode pirar, assim como a falta dele também. Li uma matéria tragicômica sobre uma garota, de 24 anos, abandonada quase no altar que, para vingar-se do noivo, saía vestida de noiva (não li o blog — sim, ela abriu um blog para falar da experiência) pela cidade de São Paulo, contando sua triste história a quem perguntasse ou não. Num primeiro momento, pensei naquelas figuras cariocas que o Jôka mostra no Copa, como a mulher de branco. Será que o amor fez isso com ela, Louro? Ou melhor, será que a falta de amor-próprio fez isso com ela também?
A paulista encontrou formas estranhas de vingar-se do ex-noivo, outra delas é “dar” pra todo mundo. Isso é vingar-se dele ou autopunição?
A juventude precisa ser orientada a pensar muito bem antes de casar. Ter filho, então, nem se fala. O que menos precisamos é de gente desequilibrada, despreparada, irresponsável e louca jogando filhos pela janela, em rios, abandonando em portas alheias, deixando para os avós, mandando para o sinal, para o tráfico, orfanatos ou conselhos tutelares.
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A notícia de ontem foi essa: paracetamol faz mal ao fígado. E vá dormir com um barulho desses! Eu já havia lido isso antes, inclusive, numa revista médica na sala de espera — e haja espera! — de um gastroenterologista especializado em hepatites. Contraditoriamente, o único remédio que se pode tomar durante um tratamento de fígado é o paracetamol. Dá pra entender? Ser cobaia não é nada agradável. É por isso que eu não gosto nem de falar em doença. Até o que sabe bastante não sabe tudo e ainda tem que estudar muito. Mais fácil e agradável focar na saúde. E por isso já comi meu ovo a la coque nutricional matinal e tomei algumas xícaras de um delicioso café forte feito por mim. E agora, você sabe, o café virou a coqueluche da saúde. Justo ele, coitado, tão difamado em priscas eras. Tenho acompanhado as notícias relativas ao tema e são alvissareiras. Renderam-se: café faz bem à saúde. E deve fazer mesmo, meus parentes do Sul tomam canecas (e não xícaras) e são lindos e saudáveis, ah!, e são ricos. Tomar café enriquece. ![]()
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Hoje estou atacada. Escrevendo sem parar, comendo sem parar, falando sem parar. E você não faz idéia do tanto que já meditei. Ah, essa tal de TPM quer me enlouquecer!
Mesmo já tendo escrito muito mais que o habitual, estava vindo aqui para contar o absurdo ortográfico que li no site do yahoo (foto), quando vejo um layout completamente diferente — ou o correto seria dizer interface ou nem uma coisa nem outra? acuda-me!. Ainda está meio confuso pra mim, habituada que estava aos lugares das outras funções. Espero que tenha corrigido as falhas de feed. (Não corrigiu.) Mas o wordpress mudou tudo mesmo e nem avisou. Eu não recebi aviso. Você recebeu? E deviam ter feito a gentileza, né? Como eu estava postando bem naquele momento, além de perder o texto, ainda achei que tinha apertado alguma coisa e danado com tudo; a página ficou toda estranha. Passou, acabou, sobrevivi à mudança. Mas ainda continuo chocada com o erro ortográfico no Yahoo. Não é demais? Cadê o revisor? Atriz é com z, pelo amor de Deus.
Há quem diga que a Internet é uma santa e, acredite se quiser, santa ela não é, mas descobri, através do amigo (com licença, seu Antonio) Antonio Fernando Borges, que ela tem padroeiro aprovado pela igreja católica: Santo Isidoro de Sevilha, comemorado hoje, 4 de abril. E há até uma oração para proteger nossa conexão:
“Deus eterno e todo poderoso, que nos criou à sua imagem e semelhança e nos fez procurar tudo que é bom, verdadeiro e belo, especialmente na divina pessoa de Seu Filho unigênito, Nosso Senhor Jesus Cristo, permita-nos que, através da intercessão de Santo Isidoro, bispo e doutor, durante nossas jornadas pela Internet nós dirijamos nossas mãos e olhos apenas ao que é agradável a Vós e tratemos com caridade e paciência todas as almas que encontremos.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo.
Que assim seja.”
Estamos mesmo precisando. Amém!
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Hoje tenho alguns assuntos a dividir com vocês.
Primeiro quero falar de ovos. Eu adoro ovos. E isso não tem nada a ver com a briga entre o senador Mão Santa e boca-suja com a ministra Dilma “galinha cacarejadora”. Nada disso. É que eu soube que comer um ovo pela manhã emagrece. O assunto foi matéria de uma revista “Ana Maria”, que encontrei em minhas pesquisas para o Palpi’s Institute, Blogosfera. Como a notícia não diz qual a forma ideal de comê-lo para atingir esse objetivo, fiz a la coque ou three minutes egg — lembra desse post? Já foi para a categoria deletados há muito tempo.
Segundo pesquisadores da Wane State University, nos Estados Unidos, consumir ovo no café da manhã diminui a fome durante o resto da dia, além de trazer benefícios de rejuvenescimento e melhora da memória. É considerado fonte completa de nutrientes e, por suas propriedades, como a leucina, a pessoa emagrece sem ficar flácida. Se isso for verdade, já estou com muita pena das galinhas. Essa frase soou estranha, não foi? Eu e essa mania de dar duplo sentido às palavras; e acaba acontecendo até quando não tenho a intenção, pura atração mesmo. Bom, eu comi o ovo — estava delicioso –, mas a fome não baixou, não. Ainda não. Será que funciona? Alguém já experimentou?
Outra:

Agora quero falar sobre um colar de telepatia inventado pelos americanos com o objetivo de ajudar as pessoas com sérios problemas neurológicos a se comunicar, mas que vai acabar servindo para uma série de outras coisas, de espionagem a diversão. Veja se não é incrível: com o colar telepático, a pessoa que não fala poderá ser ouvida por outra, através de um dispositivo que transforma ruídos vocais, comandados pelo cérebro, em palavras com sentido. Isso só é possível por causa da vibração, que é o que, na verdade, somos: seres vibracionais — palavras minhas, ou melhor, palavras de Abraham. E, assim, a telepatia sai da paranormalidade e vai para a ciência avançada. Uhu!
Na mesma linha, uma empresa, também americana, desenvolveu um capacete que, através do couro cabeludo, registra os impulsos elétricos do cérebro identificando sentimentos e intenções de movimento, para jogos de videogame.
Como vê, no futuro, nem tão distante assim, nada de joystick; bastará concentração para que a mente obedeça seu comando. U-a-u! Eu quero.
Caso Isabella: a garota de apenas 5 anos que, ao que tudo indica, foi assassinada pelo próprio pai, atirada do sexto andar de um prédio, em São Paulo, Capital. Na foto, com a mãe.
Até onde eu sei, os depoimentos da madastra e do pai não batem e o promotor os avalia como fantasiosos e conflitantes. O pai, inicialmente, contou sobre um arrombamento que não existiu. E a madastra, se é que eu não estou ouvindo demais, chegou a dizer que a menina se jogou de medo do pai. Ã?! Hein? Será? Ainda é cedo para julgar (?), muito há de ser investigado. Mas que pessoa, hein? Coragem de matar uma criança indefesa? Qual a pena justa para um crime dessa natureza?
E falando em gente dessa natureza, há os de outra, não menos perigosa, que estão se aproveitando do caso da menina e invadindo máquinas de internautas incautos e solidários para roubar suas senhas e otras cositas más. Como diria dona Florinda: Gentalha, gentalha, gentalha!
Declaração ululante:
“Não pude fazer (faculdade), num primeiro momento, porque não tive condição. No segundo momento, porque eu estava casado. No terceiro momento, porque era dirigente sindical. No quarto momento, porque virei presidente do PT. No quinto momento, porque virei presidente da República”, disse o presidente, no discurso em Rio Grande (RS). “Quem sabe no sexto momento, quando eu não for mais nada, quem sabe eu possa conseguir, através da universidade aberta, meu diploma”, completou.
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Você sabia que um simples pacote de bolacha maizena pode fazer saborosas sobremesas? Outro dia fiz uma torta de limão. Simples no último. Adoro receitas assim. Triturei um pacote e meio de bolacha (e nem precisava, um pacote é suficiente, mesmo que pareça que não) e o misturei com umas duas colheres de sopa de margarina sem sal derretida (aqui em casa só compro Doriana Light sem sal). Fica uma farofa superfácil de trabalhar com as mãos. Com ela, forra-se uma forma com fundo falso tamanho normal. Brincadeira de criança. Depois, você pega uma ou duas latas de leite condensando (eu usei duas, ou até um pouco mais, de leite condensado desnatado) e mistura com bastante suco de limão (quase uma xícara de chá e não meia). O limão endurece o leite condensado, não precisa de gelatina sem sabor ou outra coisa que o valha. Só limão e leite condensado. Simples demais. Coloca esse creme por cima da tal farofa, devidamente alisada no fundo e laterais, e dá um toque especial com raspas de limão. Vai direto para a geladeira. Fica bem saborosa.
Hoje resolvi fazer um cheesecake de goiabada. Fiz a mesma massa, usando um pacote de bolacha maizena triturado com duas colheres de sopa de margarina sem sal derretida. Forrei o fundo da forma com fundo falso e fui para a execução do creme. Comecei a fazer seguindo uma receita que, no meio, pareceu-me absurda. Parei e, mesmo sem nunca ter feito, resolvi fazer do meu jeito mesmo. Portanto, só após o almoço* poderei avaliá-la. Mas antecipo: coloquei 3 ovos, 150g de açúcar, 1 pote de requeijão (200g) e, aproximadamente, 200g de ricota fresca. Era para adicionar 1/2 colher de café de baunilha, mas esqueci. OMG! Bati tudo no liquidificador, começando pelos ovos. Acrescentei os outros ingredientes, colocando a ricota por último. Quando começou a engrossar, parei e achei que estava no ponto. Rendeu muito creme. Coloquei sobre a massa e levei ao forno altíssimo por 40 minutos (eu sempre levo tudo em fogo altíssimo e sempre dá certo). Comigo não tem essa de 180º. Enquanto isso, cortei alguns pedaços de goiabada em cubos (não sei a quantia exata, porque usei a que tinha em casa e já estava aberta, mas deve ser uns 200g), adicionei suco de 1/2 limão e, inicialmente, 1/2 xícara de água e levei ao fogo baixo para derreter. Durante o processo, é preciso ir adicionando água, aos poucos, mas derrete e engrossa legal. Depois é só esperar amornar, jogar sobre o creme e levar à geladeira. Facílimo também.
* Ficou muito boa. Pode fazer sem medo.
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