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Maio 9, 2008 de palpi
◄ Programem-se: Antonio Fernando Borges estará em São Paulo, neste fim de semana. Pleno dia das mães, seu Antonio?
◄ Eu não uso tênis, recuso-me. Desde menina, só era usado para as aulas de educação física e, graças ao atestado médico amigo, sempre fui dispensada. Acho que a mulher parece uma pata choca andando de tênis, vale o mesmo para a rasteirinha. Então, mas mesmo não usando, não posso deixar de elogiar esses modelos da Levi’s, que ficarão lindos em jovens pés. É ou não é?

“A Levi’s pegou os jeans que sobraram das confecções de suas calças e os transformaram em algo novo. Detalhe: só existirão 300 pares no mercado e eles custarão US$ 500,00 (aproximadamente R$ 800).”
* imagem do IG Moda.
◄ Já falei, mas repito: tia Batata conta tudo sobre os episódios de o Aprendiz 5, com o Roberto Justus, na Record. Eu perdi os dois episódios e, mesmo assim, estou por dentro. Ela conta tudinho, nos mínimos detalhes.
◄ Encontrei, muito por acaso, uma receita facílima para o domingo: mousse de chocolate. E vou fazer, claro. Mais alguma idéia?
◄ Blogs de moda. Ah, adoro! É tão bonito de ver. Quero os batons, os cremes, os esmaltes, as roupas, os acessórios, everything. Encantam meus olhos.
◄ Ana Jatobá está no mesmo presídio de Suzane Richthofen. Imagina o tricô:
– Ah, eu não matei, não. Não tive coragem, mandei meu namorado e o irmão dele fazerem o serviço por mim.
– Eu bem que mandei meu marido fazer o serviço, mas ele é muito mole e acabei matando eu mesma. Não agüentava mais esperar. Ele só a jogou pela janela.
E por aí vai. Ana Jatobá foi recepcionada com gritos de “maldita assassina”. Até parece, né? O roto falando do rasgado. Sinceramente, acho que não deveria haver TV em presídio, a não ser que fosse um canal único, exclusivo e educativo. Visita íntima, então, nem pensar. Esse é um dos maiores absurdos da legislação (pensando bem, há muitos outros, mas esse é passado da conta). Visita só uma vez por mês e pela janelinha. Nada de contato físico nem de celulares ou drogas dentro de ânus e vaginas. Uma solitária cada um, bolas de ferro nos pés, muito trabalho, muito estudo, muita oração e salitre. Certamente, os crimes diminuiriam e os presídios seriam mais que um mero depósito de pessoas sem solução.
◄ Audrey Tautou é o novo rosto do Chanel Nº 5. É bela, mas, pra mim, nada a ver com a imagem sexy, elegante, linda e sensual de Nicole Kidman.
◄ Que tanto falam em dossiê? Quem é que está interessado nos gastos do ex-presidente FHC? O PT está, não é? É a velha história de desculpar um erro apontando o do outro. Quero saber o que o Lula faz, não o que o Fernando fez. Porque o que foi feito, bem ou mal, está feito e o que está sendo feito pode ser mudado agora. Pra frente, Brasil!
Palpi:
Encontrei vc no Twitter. Meu nome: Annyllinha. Isto para começo de conversa. Gostei da receita de mousse e amei os tênis. Beijos.
Bom fim de semana e um Dia das Mães como você merece:
muito bom.
A primeira estrela a representar o Chanel n°5 foi Marilyn Monroe, que dormia usando apenas duas dessa Eau de Parfum.
…duas gotas…
Em primeiro lugar: sou bem mais os all star´s que esses levi´s e achei meio sem noção cobrar tão caro por RETALHOS costurados. Minha opinião.
Poxa, eu dava um dedo do Lula por uma dúzia de ovos nesse momento…
Audrey Tatou, pra mim, tem cara de mama…Sei lá, ela me passa essa impressão de matriarca vestida de avental e sandálias anatômicas cozinhando um peru. Ou seja, CAI FORA DA CHANNEL, AGRADECIDA!
Palpi, te achei radical na opinião sobre presídio, MAS tenho que confessar que no meu mundo perfeito ao invés de usarmos ratos nas experiências médicas usaríamos presidiários. Acho coerente!
Renata, eu não acho que precise ser assim, mas é preciso dar um choque de vez em quando para que as pessoas se lembrem de que prisões não são hotéis ou resorts, onde o “hóspede” faz o que quer, quando quer. O cidadão que escolhe a vida do crime tem muito mais deveres do que direitos, o que é justo, justíssimo. Os direitos são perdidos no momento em que comete a infração. As prisões são instituições que atuam na recuperação de criminosos. Cof, cof. Não é para isso que prisões são construídas: recuperar criminosos? Lá, portanto, deveriam estudar muito — filosofia principalmente. Todos. Estudar e, se possível, trabalhar. Aí sim poderiam sair de lá, muito melhor do que entraram, quiçá diplomados, e prontos para uma ressocialização. E eu torço muito para que um dia seja assim.
Eu já não tenho esperança nenhuma de que um dia as instituições carcerárias sejam realmente centros educacionais. As do Brasil são um puleiro mesmo. As do Japão são mais luxuosas que minha casa (no meu quarto individual não tem ar condicionado nem tv e muito menos frigobar) e mesmo com todas as regalias nunca li sobre a eficácia do ”bom trato”. Vou até pesquisar isso!